quinta-feira, 11 de abril de 2013

Conheça e entenda as mudanças da WNBA a partir de 2013

Achou que eu bebi umas, fiz uma edição do Photoshop e inventei um logo novo para a WNBA? Nada disso!

Há duas semanas, a WNBA divulgou em seu site oficial e redes sociais que faria um anúncio importantíssimo, arriscando até mesmo a afirmar que esse seria o mais importante da história da liga.

No dia 28 de março, com a participação de John Skipper, presidente da ESPN, e Laurel Ritchie, presidente da WNBA, as novidades para o futuro próximo da liga foram apresentadas.

O primeiro tópico abordado pelos dois representantes foi a extensão do contrato de transmissão da liga com a ESPN. A emissora se comprometeu a televisionar 30 partidas por temporada a partir de 2013, o que significa um aumento de dois jogos a cada ano. A grande mudança, no entanto, foi a inserção do Draft da WNBA na grade de programação do canal. A iniciar neste ano, a escolha das futuras estrelas da competição será transmitida ao vivo, na segunda-feira (15/04), a partir das 22h.

Outra mudança, porém, para a temporada de 2014, é a criação de novos uniformes. A Adidas, atual patrocinadora da vestimenta das jogadoras em quadra, desenvolverá novos padrões para o próximo ano a fim de atender às exigências da nova geração de atletas que surge na liga (por “nova geração”, entenda Brittney Griner, Skylar Diggins e Elena Delle Done). Essa é uma novidade muito boa, pois os times perderam sua identidade visual depois que a liga adotou um único estilo de uniforme para todas as equipes.

A apresentação mais significativa, no entanto, foi a do novo logo da WNBA. Eu fiquei chocada. Ao invés daquele azul e vermelho com a silhueta de uma jogadora em branco, a nova identidade visual da liga é completamente laranja e com uma nova silhueta. Demora para acostumar. De acordo com Laurel Richie e Swim Cash, que também estava na apresentação das novidades, o novo logo “representa todas as gerações de atletas que já passaram pela WNBA”. Sabemos que existe um trabalho muito forte de agência de publicidade e assessoria de imprensa por trás da introdução dessa nova logomarca, afinal foi a troca de uma imagem que ficou marcada por 16 anos.

A parte mais legal do novo logotipo da WNBA foi a campanha viral ao redor, exatamente, da jogadora que foi o modelo da silhueta. A associação lançou a hashtag #iamlogowoman” com o objetivo de gerar discussões nas redes sociais sobre quem seria a atleta que representa a liga em sua nova identidade visual.. No Twitter e no Facebook fãs, jornalistas e admiradores fazem suas apostas para descobrir quem é a misteriosa mulher (dessa vez, não de vestido vermelho).

De todas essas mudanças, o mais interessante é observar que a WNBA ainda é alvo de investimentos importantes. Pretendo falar mais sobre o novo logo em um post específico, pois acredito que essa mudança faça parte de um afastamento em escala da liga feminina com a NBA.


 Swim Cash exibindo uma camiseta com o novo logo da WNBA, e a nova bola oficial, também com a nova identidade

No Twitter: @BetaOsraReed

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Liz Cambage não volta para Tulsa, afirma técnico

A notícia que rola pela internet é de que a pivô australiana Liz Cambage (21) não retorna para jogar com o Tulsa Shock em 2013. Após perder a primeira metade da temporada do ano passado para treinar com a seleção da Austrália visando as Olimpíadas de Londres, a jogadora também não voltou depois da competição na Europa, que resultou em uma medalha de bronze.

A atitude da jovem, que fez história na terra da Rainha como a primeira mulher a enterrar em um torneio olímpico, de afirmar que jogaria na WNBA na segunda metade de 2012 e não cumprir com sua palavra, deixou seu relacionamento com Tulsa abalado.

Agora, sobre a decisão de passar o ano de 2013 na China (detalhes sobre isso abaixo), Gary Kloppenburg, técnico do Shock, afirmou: "Claro que estamos chateados, mas crianças tomam decisões de acordo com o que sentem ser melhor para elas".

Durante a offseason, Liz Cambage defendeu o time Zhenjiang Chouzhou, o qual terminou a liga nacional chinesa em segundo lugar. Em seu novo contrato, válido para 2013, a pivô receberá um salário de US$ 518 mil (aproximadamente R$ 1,050 milhão), que pode chegar a US$ 1 milhão (R$ 2 milhões) com acréscimos de marketing e adicionais.

A dúvida sobre a veracidade dessa informação (publicada em primeira mão pelo Tulsa World) surgiu após Cambage postar o seguinte tweet em seu miniblog (@ecambage): "Todas essas matérias de 'jornalistas' e nenhuma delas verdadeiras. Mal posso esperar para me pronunciar quando voltar para casa". Sou completamente contra transformar publicações do Twitter em notícia, porém, Liz é conhecida por ter uma certa excentricidade. De fato, ter deixado o Tulsa Shock no ano passado não foi uma atitude profissional, principalmente porque a pivô era a chave principal dessa equipe que ainda não engrenou na liga.

Por enquanto, ficamos à espera de novidades. Mas, na minha opinião, Liz Cambage não fica em Tulsa mesmo (onde receberia US$ 50 mil pela temporada de 2013).

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Save the date: a temporada de 2013 começa no dia 24 de maio

A WNBA divulgou, na semana passada, o calendário da temporada de 2013. As primeiras equipes a se enfrentarem serão o Indiana Fever, atual campeão da liga, e o San Antonio Silver Stars. O confronto será no dia 24 de maio (sexta-feira), às 22h, no AT&T Center, casa do time texano.

O detentor do troféu ainda guarda em seu leque de estrelas Tamika Catchings, Katie Douglas e Briann January, sendo que a primeira e a terceira, junto a Shavonte Zellous, acabaram de ter os contratos renovados com o Indiana Fever.

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Especial Conferência Leste: Chicago Sky

Como ontem foi um dia de acompanhar jogos durante a noite inteira, acabei não postando a análise sobre o Chicago Sky!
Amanhã é a vez do último time a passar pelo raio-x do Bruno Pisciotti, o Washington Mystics.
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Conferência Leste
por Bruno Pisciotti (@Raptorsunfan200)


Chicago Sky

Campanha final: 14-20 (quinto lugar na conferência. Fora dos playoffs)
41,2% de aproveitamento
Técnica: Pokey Chatman
Destaque: Sylvia Fowles
Melhor sequência: seis vitórias consecutivas
Pior sequência: nove derrotas consecutivas







O que foi bom
- Ephiphanny Prince: Fowles é a estrela do time, mas a nítida evolução de Prince é inegável. Começando a ganhar importância já em 2011, a jovem de 24 anos ganhou liberdade e aumentou seus números em pontos, rebotes e assistências. Uma lesão no pé direito a tirou de oito jogos, o que praticamente afundou a temporada da equipe.

- Sylvia Fowles: mesmo tendo sua pior temporada em pontos por jogo desde 2009, “Big Syl” continua dominando o garrafão de maneira incrível. É a segunda melhor reboteira da temporada (10,4 por jogo) e tem o melhor aproveitamento nos arremessos (aproximadamente 64%). Ao lado de Tina Charles, será nome de muita importância na “área pintada” da seleção americana nos próximos anos.

- Começo de temporada: com sete vitórias nos primeiros oito jogos, o Sky voava em quadra e dava a impressão de que brigaria acirradamente pelos primeiros lugares da conferência. A dupla Prince/Fowles produziu a ótima média de quase 43 pontos por jogo nesse período e contavam com uma contribuição discreta, mas importante da experiente ala Swin Cash.

O que foi ruim
- Courtney Vandersloot: a armadora de Gonzaga finaliza o seu segundo ano na liga ainda sem convencer. Seus números em pontos e assistências aumentaram levemente, mas a quantidade de erros ainda é muito alta. Ela é a quarta colocada em desperdícios de bola por jogo na temporada (3,2). Como sua média de assistências é de 4,7,ela praticamente precisa errar um passe, antes de conseguir uma assistência.

- Os reforços: se em uma só tacada o seu time recebesse jogadoras do cacife de Swin Cash, Ruth Riley e Ticha Penicheiro, você comemoraria, não é? Sylvia Fowles fez a mesma coisa, renovando inclusive o seu contrato com a equipe. Mas o que se viu, foi algo totalmente diferente. Entre as 3,Cash foi a única titular e ainda assim, não conseguiu grandes atuações. Dividindo o garrafão com Fowles, Riley foi um fiasco e Penicheiro pouco jogou, devido a seguidas lesões que a fizeram optar por encerrar  a carreira nesse fim de temporada. Nem o mais pessimista torcedor esperava isso.

- Os outros 27 jogos da temporada: depois do começo arrasador, o Sky perderia sua cestinha Epiphanny Prince por oito partidas, com uma lesão no pé direito. Foi a senha para a derrocada definitiva. Nesses oito jogos sem Prince, a equipe perdeu sete e não se encontrou psicologicamente. Na volta da parada olímpica, perdeu mais cinco e se viu praticamente dentro de um poço sem fundo.Vitórias imponentes contra Connecticut, Los Angeles e Minnesota impulsionaram uma possível recuperação. Mas já era tarde demais.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Especial Conferência Leste - New York Liberty

O New York Liberty, último time da conferência Leste a conquistar uma vaga nos playoffs da WNBA, é o destaque de hoje.

Have fun!
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Especial Conferência Leste
por Bruno Pisciotti (@Raptorsunfan200)
Em suas próprias palavras, brasileiro na certidão, mas com sangue italiano e coração canadense. Aponta seus olhos (e ironias) para a WNBA desde 2007


Campanha final: 15-19 (quarto lugar na conferência. Classificado para os playoffs)
44,1% de aproveitamento
Técnico: John Whisenant
Destaque: Cappie Pondexter
Melhor sequência: três vitórias consecutivas
Pior sequência: cinco derrotas consecutivas





O que foi bom
- Cappie Pondexter: esta pode não ser uma das jogadoras mais coletivas, mas compensa com agressividade no ataque e com espírito de liderança. O time não teve grandes momentos, mas sem Pondexter as coisas seriam ainda piores. A MVP das finais de 2007 participou de todos os jogos e não pontuou em dígitos duplos apenas em uma partida.

- O mês de setembro: cinco das 14 vitórias do time na temporada foram neste mês, o que ajudou muito na difícil classificação aos playoffs. Pesa negativamente o fato de quatro dessas cinco, terem sido contra adversários frágeis (três contra Washington Mystics e uma contra o mutilado Phoenix Mercury), mas também vale citar a importante vitória sobre o Los Angeles Sparks, que estava com o time completo.

Cappie Pondexter

O que foi ruim
- Lesões: pequenas lesões atrapalharam a equipe e vitimaram quase todas as jogadoras. Plenette Pierson perdeu 8 jogos. Outras atletas como Essence Carson, Nicole Powell e Kara Braxton não ficaram de fora, mas começaram várias partidas no banco e sofreram com limitações físicas.

- Entrosamento: com as seguidas lesões, o técnico John Whisenant poucas vezes conseguiu repetir o time titular em uma grande sequência de jogos. Nisso, o entrosamento foi prejudicado e o time sofreu com inúmeros desperdícios de bola, além da falta de coletividade. O retrato maior foi em um jogo contra o Minnesota Lynx, quando as nove jogadoras que entraram em quadra aquela noite conseguiram apenas sete assistências. A ala Maya Moore, do time rival, conseguiu sozinha o mesmo número.

Expectativa para os playoffs
Muito fraca. Sem disciplina tática, com frequentes mudanças no time titular e sofrendo diversos apagões no decorrer dos jogos, o Liberty vai precisar melhorar muito se quiser passar da primeira rodada. Pondexter é uma arremessadora letal, mas não pode resolver tudo sozinha .Quando tenta,o resultado nem sempre é bom. Parece que o time ficará mais um ano bem longe das finais. Muito pouco para uma das franquias mais tradicionais da WNBA.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Especial Conferência Leste - Atlanta Dream

Hoje, o time a ser dissecado no especial sobre a conferência Leste é o Atlanta Dream, onde a brasileira Érika de Souza joga. Mas antes do leitor conhecer melhor essa equipe, eu vou acrescentar algumas coisas.

O Atlanta Dream não é o tipo de time preparado para enfrentar gigantes, muito menos a final da WNBA. Sua passagem para as finais das duas últimas temporadas foram resultado de uma queda repentina na conferência Leste. Agora, esse lado da liga tem se reestruturado e voltado a criar times capazes de competir com menos desigualdade com a conferência Oeste (ler este texto, e acrescentar mais um título ao Oeste, o do Lynx, já que foi escrito no começo de 2011). Para os que não lembram, em 2010 o Dream jogou contra o Seattle Storm e perdeu a série de 3-0. Esse resultado se repetiu contra o Minnesota Lynx, em 2011. Ou seja, a campanha do Atlanta em finais é 6-0. Normalmente, espera-se crescimento quando o ponto principal é alcançado duas vezes seguidas. Mas não. O não retorno de Iziane fez bem ao Atlanta, mas nem tanto: Angel McCoughtry continua lá, seguindo o mesmo estilo de jogo.

Confira a principal peripécia dessa ala armadora na análise de Bruno Pisciotti.
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Especial Conferência Leste
por Bruno Pisciotti (@Raptorsunfan200)
Em suas próprias palavras, brasileiro na certidão, mas com sangue italiano e coração canadense. Aponta seus olhos (e ironias) para a WNBA desde 2007


Atlanta Dream

Campanha final: 19-15 (terceiro lugar na conferência. Classificado para os playoffs)
55,9% de aproveitamento
Técnicos: Marynell Meadors (até o dia 26 de agosto) e Fred Williams
Destaque: Érika de Souza
Melhor sequência: quatro vitórias consecutivas
Pior sequência: duas derrotas consecutivas 




O que foi bom
- Érika de Souza: a brasileira mostra que é peça extremamente fundamental na equipe, com seu ótimo porte físico e seu posicionamento preciso no garrafão. Na primeira metade da temporada, sem a jogadora, que preferiu treinar com a seleção brasileira para a Olimpíada de Londres, o Dream sofreu para manter uma regularidade. Com a sua volta, o time venceu dez dos 15 jogos em que ela estava em quadra e conseguiu se classificar para os playoffs com mais tranquilidade.

Érika de Souza

- Forte garrafão: Érika, junto com a ala-pivô Sancho Lyttle, formam um dos garrafões mais fortes e interessantes da liga. Juntas, elas somam quase 16 rebotes e 4 roubos de bola por jogo. Contando apenas com Lyttle, o time sofreu quase 76 pontos por partida. Com Lyttle e Érika, a média caiu para 74.

O que foi ruim
- Angel McCoughtry: a chamada “franchise player” (nota da editora: aquela que é a cara da franquia em termos de marketing) quase colocou a temporada do Atlanta no limbo. Dona de um temperamento forte e quase incontrolável, McCoughtry mostrou individualismo e falta de comprometimento em muitos momentos. Foi suspensa em algumas ocasiões e, como gota d’água, praticamente provocou a saída de Marynell Meadors, treinadora que comandava o Dream desde sua fundação, em 2008.

- Início da temporada: Sem Érika e com McCoughtry causando problemas, o Dream não conseguiu engrenar em nenhum momento no começo da temporada. Até a parada olímpica, em nenhuma ocasião a equipe ficou acima dos 50% de aproveitamento, o que custou a chance de disputar melhores posições na conferência.

Expectativa para os playoffs
Regular. O garrafão é o ponto chave da equipe, mas quem quer chegar longe precisa ter uma pontuadora confiável. Tudo vai depender de como Angel McCoughtry vai se comportar. Se fizer pelo menos um pouco de jus ao seu nome, o time pode crescer nos momentos decisivos e chegar à final pelo terceiro ano seguido. Se ela optar pelo lado obscuro mais uma vez, uma eliminação precoce é algo muito mais provável.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Especial Conferência Leste - Indiana Fever

Para dar continuidade à análise especial sobre a conferência Leste, feita pelo Bruno Pisciotti, confira a caminhada do Indiana Fever até agora, e o que devemos esperar dele nos playoffs.
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Especial Conferência Leste
por Bruno Pisciotti (@Raptorsunfan200)
Em suas próprias palavras, brasileiro na certidão, mas com sangue italiano e coração canadense. Aponta seus olhos (e ironias) para a WNBA desde 2007


Indiana Fever

Campanha final: 22-12 (segundo lugar na conferência. Classificado para os playoffs)
64,7% de aproveitamento
Técnica: Lin Dunn
Destaque: Tamika Catchings
Melhor sequência: cinco vitórias consecutivas
Pior sequência: três derrotas consecutivas






O que foi bom
- Briann January: a armadora de 25 anos começou 2012 com a missão de superar uma grave lesão nos ligamentos do joelho, que a tirou das quadras cedo em 2011. E ela a cumpriu com méritos. Cheia de personalidade, e boa visão de jogo, January mostrou que a torcida não precisa mais sentir falta da veteraníssima australiana Tully Bevilaqua.

- Tamika Catchings: atual MVP da liga e uma das jogadoras mais completas do mundo, Catchings parecia ter tudo para finalmente colocar um anel de campeão no dedo, no ano passado. Mas uma infeliz lesão no pé a tirou de combate nos playoffs e o Fever foi eliminado. “Catch” não se abateu por muito tempo e voltou em 2012 do mesmo jeito de sempre: jogando em alto nível e defendendo como ninguém. Mesmo aos 33 anos, não ficou fora de nenhum jogo na temporada, prova de que está longe dos problemas físicos.

- Forte sistema defensivo: isso não é novidade para quem acompanha o time. Em mais uma temporada, o Fever ficou entre as melhores defesas da liga (segundo lugar). Capitaneada por Catchings, em nenhuma partida a equipe sofreu 90 pontos ou mais.

Lin Dunn, a comandante de sucesso do Indiana Fever

O que foi ruim
- Irregularidade contra times fortes: De suas 12 derrotas, sete foram para os times com as três melhores campanhas da liga (Minnesota Lynx duas vezes, Los Angeles Sparks duas vezes e Connecticut Sun três vezes). As derrotas para o Sun inclusive, impediram o time de lutar pela melhor campanha no Leste e consequentemente de conseguir a vantagem de jogar em casa mais vezes nos playoffs.

Expectativa para os playoffs
Muito boa. O time está completo e longe de lesões. A espinha dorsal com Tamika Catchings, Briann January, Katie Douglas e Tammy Sutton-Brown joga junta há quatro temporadas. Se continuar com a aplicação na defesa, mesmo sem uma grande presença no garrafão, e mostrar a sua real força contra os “cachorros grandes”, o Fever tem tudo para conseguir uma nova chance de jogar as finais, o que não acontece desde 2009.

Katie Douglas e Tamika Catchings
"Parceria de qualidade", diriam os jogadores de futebol