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segunda-feira, 6 de abril de 2015

Dentro da LBF: América faz sua primeira semifinal, mas é velho conhecido das decisões

Duelo de armadoras também será destaque na série semifinal entre São José e América

Assim como o Dentro da WNBA abriu as semifinais da Liga de Basquete Feminino com algumas curiosidades sobre o confronto entre ADCF Unimed/Americana e Maranhão Basquete, o blog continua a publicar sobre os momentos finais do campeonato brasileiro com informações sobre o duelo de UNINASSAU/América e São José Basketball.

O mais curioso sobre essa série é que apesar de ser a primeira vez que o time pernambucano disputa as semifinais, não desconhece nem um pouco os momentos de decisão da LBF. O América é praticamente a mesma equipe do Sport Club do Recife que está na competição desde sua terceira temporada (2012/2013).

Devido a problemas internos, o clássico time de Recife foi desmembrado ficando basicamente só com a estrutura do clube, enquanto o América herdou todas as suas principais jogadoras e o técnico Roberto Dornelas, grande responsável pela criação deste segundo time na capital de Pernambuco.

Por isso é tão estranho falar que é a primeira vez que a equipe disputa as semifinais. Ao mesmo tempo, devido a questões burocráticas, não dá para considerar o América como o Sport Clube do Recife. Como a diretoria continua a mesma, todas as conquistas do elenco de Érika de Souza e Adrianinha fica registrado para o rubro-negro, enquanto o verde e dourado ainda não registra nenhum troféu.

Esse cenário, porém, pode ser mudado a partir de hoje. A série melhor de três começa nesta segunda-feira (06/04), às 19 horas, no Ginásio Lineu de Moura, em São José. A partida terá transmissão ao vivo do SporTV 2.

Curiosidades estatísticas:


- O América têm duas jogadoras entre as dez primeiras cestinhas da atual edição da LBF: Tiffany Hayes (4ª - 16,85 pontos por jogo), Tamera Young (10ª - 14,7 pontos por jogo);

- A cubana Plutin é a cestinha do São José e a tem a nona melhor média do campeonato: 15 pontos por jogo

- O América tem o melhor ataque da temporada, com média de 89 pontos marcados por jogo, em contrapartida aos 67,1 do São José (4ª melhor)

- O América, inclusive, é o destaque de seis dos oito fundamentos da LBF: pontos, arremessos de dois pontos, lances livres, rebotes, roubos de bola e tocos

- Plutin e Karina Jacob são, respectivamente, segunda e quinta melhores reboteiras da temporada, com médias de 9,26 e 7,95 bolas recolhidas por jogo cada

- Já o América vê em Érika e Sandora Irvin suas principais jogadoras embaixo do garrafão com 7,84 e 7,6 rebotes por jogo, cada

- A armadora Adrianinha, do América, é a segunda jogadora que mais dá assistências na LBF, com média de 4,61 por jogo

- A equipe do América é uma das que domina em aproveitamentos de arremessos de dois pontos. Tiffany Hayes é a jogadora mais eficiente do campeonato, com 70,86% de acertos, Érika aparece em quinto lugar, com 57,43%, além de Tamera Young, em oitavo, com 53,3% e Nádia Colhado, em décimo, com 52,38%

- Tiffany Hayes, Érika de Souza, Adrianinha e Tamera Young também estão entre as dez jogadoras mais eficientes com campeonato, com médias de 17,9 (2º), 17,3 (3º), 15,5 (7º) e 15,5 (8º) de valorização por jogo, respectivamente

Curiosidades históricas:


- Apesar de esta ser a primeira temporada do América, a equipe é basicamente o Sport Club do Recife que se desmembrou após problemas internos

- Na temporada 2012/2013, o São José enfrentou o Sport Clube do Recife nas semifinais, mas perdeu a série por 2 a 0

Curiosidades WNBA:

- O América é a equipe da LBF que mais tem jogadoras que atuam ou atuaram na WNBA: Érika de Souza, Nádia Colhado, Sandora Irvin, Tiffany Hayes, Tamera Young e Adrianinha

- Érika de Souza está na WNBA desde 2002:
Los Angeles Sparks (2002)
Connecticut Sun (2007)
Atlanta Dream (2008-presente)

- Em 2002, em sua primeira temporada da WNBA, Érika de Souza foi campeã com o Los Angeles Sparks

- Sandora Irvin jogou de 2005 a 2011 na WNBA:
Phoenix Mercury (2005-2006)
San Antonio Silver Stars (2007-2008)
Atlanta Dream (2010-2011)

- Tiffany Hayes foi draftada em 2012 pelo Atlanta Dream e permanece na equipe até o momento

- Hayes também foi campeã da NCAA em duas oportunidades, com a University of Connecticut. A jogadora foi companheira de equipe de Maya Moore e Tina Charles nas conquistas dos títulos

- Tamera Young entrou na WNBA em 2008, no Atlanta Dream e só mudou para uma outra equipe, o Chicago Sky, onde joga atpe hoje:
Atlanta Dream (2008, 2009)
Chicago Sky (2009,2010-presente)

- Nádia Colhado foi contratada pelo Atlanta Dream na última temporada (2014) e já teve seu contrato renovado para 2015

- Adrianinha atuou apenas no Phoenix Mercury:
Phoenix Mercury (2001-2001, 2007)

sábado, 4 de abril de 2015

Dentro da LBF: Duelo da semifinal entre Americana e Maranhão pode ser revanche da temporada 2012/2013


As semifinais da Liga de Basquete Feminino (LBF) começam hoje e a série que abre os confrontos que dão vaga na grande decisão é entre as equipes de Americana e Maranhão. Para você saber um pouco mais sobre cada um desses times, o Dentro da WNBA aponta algumas curiosidades abaixo.

Um dos fatos que mais chama a atenção é ambos os times terem se enfrentado nas semifinais da terceira temporada da LBF (2012/2013). Na ocasião, Americana se saiu melhor e foi para a final, quando perdeu para o Sport Club do Recife. Será que agora o Maranhão consegue sua revanche?

*O primeiro jogo da série semifinal entre Americana e Maranhão será nesta sábado (04/04), às 11h horas, no Ginásio Castelinho, em São Luís (MA). A partida terá transmissão ao vivo do SporTV.

Curiosidades estatísticas:

- Na fase de classificação, Maranhão e Americana se enfrentaram duas vezes e a equipe paulista saiu vencedora em ambas as oportunidades:
17/12/2014 - Americana 84 x 71 Maranhão - em Americana/SP
02/03/2015 - Maranhão 68 x 82 Americana - em São Luís/MA

- Em ambas os compromissos a pivô Clarissa, de Americana, marcou duplos-duplos:
17/12/2014 - 20 pontos e 11 rebotes
02/03/2015 - 20 pontos e 14 rebotes

Matee Ajavon (com a bola), do Maranhão, marcou 25 pontos no primeiro turno da fase de classificação contra Americana; Clarissa (marcando), de Americana, anotou 20 pontos e pegou 11 rebotes

- A cestinha da LBF é a ala Iziane Castro Marques, do Maranhão Basquete, com 20,63 pontos por jogo;

- Duas jogadoras do Americana estão entre as dez primeiras cestinhas da LBF: Damiris Dantas (3º lugar, com 17,4 pontos por jogo) e Clarissa dos Santos (6º lugar, com 16,35 pontos);

- Americana tem o segundo melhor ataque da LBF, com média de 87,3 pontos por jogo. Maranhão, por outro lado, tem o terceiro maior, com 69,9;

- As duas jogadoras mais eficientes da atual temporada da LFB são de Americana: Clarissa e Damiris, com médias de 24,4 e 19,5 de valorização por partida respectivamente;

- Americana também domina na porcentagem de arremessos certos de dois pontos: Gil, Damiris e Clarissa assumem o segundo (60,5%), terceiro (60,2%) e quarto lugar (58,3%), respectivamente, nas estatísticas do fundamento;

- Entre as dez principais cestinhas da atual temporada da LBF, somente três são brasileiras e jogam exatamente no Maranhão (Iziane) e em Americana (Damiris e Clarissa).

Curiosidades históricas:

- Essa é a segunda vez que Americana e Maranhão se enfrentam nas semifinais da LBF. Na temporada de 2012/2013, a equipe paulista e a nordestina foram protagonistas de uma das séries, que terminou com a do interior de São Paulo seguindo para a final por 2 a 0:
17/03/2013 - São Luís/MA - Maranhão 55 x 65 Americana
24/03/2013 - Americana/SP - Americana 76 - 59 Maranhão


- Americana é o único dos quatro times nas semifinais que está na LBF desde a primeira temporada do campeonato (2010/201);

- Damiris Dantas, hoje no Americana, já defendeu o Maranhão, na temporada de 2012/2013;

- Americana nunca ficou de fora de uma semifinal da LBF

- Das quatro semifinais que já disputou, Americana só perdeu uma, na primeira edição da LBF, contra Ourinhos

- Essa é a terceira semifinal seguida do Maranhão. Nas temporadas anteriores, a equipe enfrentou Americana (2012/2013) e Sport Club do Recife (2013/2014);

- Dos 12 jogos válidos por semifinais na LBF que a Americana já disputou, perdeu apenas quatro: três na temporada 2010/2011, contra Ourinhos, e um na edição seguinte, 2011/2012, contra Santo André

Curiosidades WNBA:

- Iziane, do Maranhão Basquete, já jogou nas seguintes equipes da WNBA:
Miami Sol (2002)
Phoenix Mercury (2003)
Seattle Storm (2005-2007)
Atlanta Dream (2008-2011)
Washington Mystics (2012)
Connecticut Sun (2013)

- A melhor temporada de Iziane na WNBA foi a de 2010, quando teve média de 16,9 pontos por jogo;

- Matee Ajavon, do Maranhão Basquete, já jogou nas seguintes equipes da WNBA:
Houston Comets (2008)
Washington Mystics (2009-2013)
Atlanta Dream (2014-)

- Damiris Dantas, de Americana, estreou na WNBA na temporada passada (2014), com o Minnesota Lynx. A jogadora foi draftada em abril de 2012, mas só foi para os Estados Unidos dois anos depois;

- Logo em sua primeira temporada, Damiris foi titular de 23 dos 30 jogos pelos quais jogou com o Atlanta Dream, adotando média de 21,8 minutos de quadra por jogo;

- Em seu segundo mês de WNBA, Damiris fez dois duplos-duplos:
08/06/2014 - contra o Los Angeles Sparks: 15 pontos e 11 rebotes
15/06/2014 - contra o Phoenix Mercury: 10 pontos e 12 rebotes

- Clarissa dos Santos, de Americana, jogará pela primeira vez na WNBA na temporada de 2015, pelo Chicago Sky, atual vice-campeão.

segunda-feira, 30 de março de 2015

#LBFnaWNBA, uma série sobre as jogadoras do nosso basquete na liga norte-americana

O basquete brasileiro passa por uma boa fase. Apesar de todos os problemas e dificuldades, o cenário nacional da modalidade apresentou uma evolução clara diante dos olhos daqueles que a acompanham com afinco. Mesmo sob um resultado negativo no último Mundial, o que acontece dentro das quadras do Brasil é de dar grandes esperanças.

A Liga de Basquete Feminino (LBF) é a vitrine dos talentos nacionais. Novas jogadoras são reveladas, veteranas marcam ainda mais seus nomes e cada vez mais estrangeiras vêm atuar em equipes do país, sendo muitas delas da WNBA. Só entre as brasileiras, são quatro as que atuarão na próxima temporada do campeonato norte-americano: Érika de Souza, Nádia Colhado (UNINASSAU/América), Damiris Dantas e Clarissa dos Santos (ADCF Unimed/Americana).

Entre as estrangeiras, Matee Ajavon (Maranhão Basquete), Tiffany Hayes e Tamera Young (UNINASSAU/América) brigarão pelo anel do torneio.

O Dentro da WNBA entende a importância da disseminação do basquete feminino nacional para que a modalidade possa atingir níveis cada vez mais altos. Por isso, essa página passará a publicar uma série com o título de #LBFnaWNBA, para que o leitor brasileiro conheça algumas das joias que atuam no Brasil.

Como vai acontecer:

O blog é privilegiado por estar em São Paulo (capital) e diversas partidas dos playoffs da LBF serem disputadas por perto. A medida que as equipes virem jogar por aqui, as jogadoras serão entrevistadas pessoalmente. O objetivo é que esses nomes se tornem familiares e admirados por seus feitos em território nacional.

Até o momento, o Dentro da WNBA já tem uma entrevista realizada, com um conteúdo muito valioso de uma jogadora extremamente importante para a seleção brasileira. Seu perfil, junto à entrevista será publicado até o final da semana.

Mas a intenção é que esse conteúdo seja disseminado e atinja o maior alcance possível, afinal, um dos objetivos do Dentro da WNBA desde seu primeiro texto publicado é ver o basquete feminino voltar aos tempos de ouro. Hoje, temos as peças necessárias dentro da quadra para que isso aconteça, basta torcermos e cooperarmos para que o fator extra quadra seja forte o suficiente para impulsionar a modalidade. E o jornalismo é uma das principais maneiras para que isso aconteça.

Portanto, se você tiver alguma indicação ou pergunta sobre as jogadoras mencionadas acima, deixe um comentário para que essa série fique no nível que essas atletas merecem.

segunda-feira, 9 de março de 2015

Desafio das Estrelas da LBF: em quem devemos ficar de olho

Os Jogos das Estrelas no geral são eventos festivos, sem aquela competitividade de uma temporada, quando cada jogo vale muito. Mas a rivalidade Brasil x Mundo que temos nas nossas ligas por aqui (LBF e NBB), tem gerado duelos emocionantes. Talvez por elevar o nosso nível de sentimento de patriotismo e inevitavelmente acabarmos torcendo muito para o time do nosso país, a torcida nesses confrontos são sempre efusivas.

Neste fim de semana, a Liga de Basquete Feminino (LBF) promoveu ao lado da Liga Nacional de Basquete (LNB) o Desafio das Estrelas BRA de Basquete. Homens e mulheres se reuniram no Pedrocão, em Franca (SP), para protagonizar a festa da modalidade dessa temporada. Na sexta-feira (06) aconteceram os desafios individuais e no sábado (07) os jogos entre LBF Brasil e LBF Mundo e NBB Brasil e NBB Mundo.

Por não termos tanto acesso aos jogos, não é fácil de acompanharmos o que acontece diariamente nas ligas nacionais. O campeonato masculino ainda tem mais visibilidade com transmissões às terças e sextas no SporTV e quartas e quintas pela Web TV em seu site oficial. Mas o feminino raramente aparece no "canal campeão", e quando ganha espaço é em horários infelizes, como sábados às 10h. Por isso, poder assistir atentamente  esse evento é uma boa oportunidade para poder conhecer novos nomes da modalidade.

Neste ano, as selecionadas para o Desafio das Estrelas da LBF foram bem mescladas. Jogadoras conhecidas, como Adrianinha, Érika de Souza, Iziane, Damiris, Jaqueline, Fran e Clarissa estavam juntas a Débora, Leila, Mariana Camargo, Tássia e Isabela Ramona. E essas cinco últimas são as que precisamos ficar de olho.

Débora é uma grande promessa para a seleção brasileira. Tem apenas 23 anos e é uma das armadoras do São José, com 1,64m. Já foi convocada pelo técnico Zanon e tem excelentes indicações, cotada para ser uma das substitutas de Adrianinha em breve, assim como Tainá Paixão. Em quadra, mostra confiança e parece ser uma point guard natural, no estilo Sue Bird: pode não ser a principal pontuadora, mas faz bem sua função de organizadora da equipe, tanto que é a maior assistente de seu time e a sexta jogadora que mas rouba bolas na atual temporada da LBF.

Leila Zabani joga no Basquete Jaraguá. É ala, tem 1,82m de altura de 23 anos de idade. No campeonato nacional, é a terceira cestinha de sua equipe, com média de 10,63 pontos por jogo. A jovem atleta ainda aparece com um dos melhores aproveitamentos em arremessos de dois pontos da temporada (50,38). Chamou muito a atenção no Desafio das Estrelas pela boa atuação.

Mariana Camargo foi a que mais me chamou a atenção. A ala/armadora tem 1,79m e é ala/armadora do Presidente Venceslau. Talvez por ter tido uma boa base na Oral Roberts University, tem destaque em quadra por conseguir fazer de maneira muito bonita uma das maiores dificuldades da maioria das mulheres do basquete: um arremesso com mecânica quase perfeita. É liderado por essa jogadora que a equipe paulista se mantém na LBF, com cinco vitórias e 11 derrotas, mais "tranquilo" do que Jaraguá e Brasília. O único problema de Mariana é sua idade: 29 anos. Quem sabe ela, que é a 11ª cestinha da temporada (14,11 pontos por jogo), não consiga uma chance com Zanon? É muito estranho que ela não seja um nome comum na seleção, o que pode ser explicado por seu tempo no exterior e o pouco acompanhamento dos nossos técnicos do desenvolvimento de atletas.

Depois das veteranas, Tássia foi a maior pontuadora do time LBF Brasil no Desafio das Estrelas. Foram só oito tentos marcados e quatro assistência, mas já significa alguma coisa. A ala/armadora do Santo André tem 1,80m e 22 anos bem representados na equipe de Santo André. A jovem tem mão quente: é a terceira melhor em arremessos de três pontos da liga (42,3% de aproveitamento) e com sua altura dá trabalho na armação e no papel de ala, sabendo se posicionar bem e com muita eficiência na hora de marcar.

Isabella Ramona, apesar de bem nova, é a mais conhecida das cinco. Com 20 anos, já foi convocada para a seleção brasileira e tem destaque no cenário nacional. Sua característica em quadra é de "partir para cima", o que algumas vezes pode acabar atrapalhando seu desenvolvimento por ser nova e precisar de um pouco mais de sabedoria no controle da bola. Mas se continuar trabalhando em seus fundamentos, principalmente nos passes e nos arremessos de três pontos, será uma potência para o futuro do basquete feminino brasileiro.

Ver tudo isso foi muito bom. Saber que a nossa seleção tem condições melhorar e, apesar de em passos curtos, voltar aos poucos a tempo melhores, é muito refrescante. Além dessas que não tem tanto destaque ou experiência, Érika de Souza, Damiris e Clarissa são figurinhas carimbadas do esquadrão verde amarelo e têm muito a continuar oferecendo. Todas elas são pivôs, e as cinco comentadas acima são armadoras, ala/armadoras e alas, posições que o elenco nacional precisa ajustar.

Um outro nome que não esteve no Desafio das Estrelas mas merece ser lembrada é Tainá Paixão, a mais cotada para substituir Adrianinha na função de armadora da seleção brasileira.

O lado ruim de tudo isso é que Luis Augusto Zanon, técnico da seleção, não esteve em Franca para acompanhar o fim de semana. Ainda não se sabe o motivo, mas é conhecido que nenhum atleta do São José, time que comanda no NBB, foi chamado para qualquer desafio individual ou o jogo do sábado. Essas são garotas que merecem um espaço no time para representar o Brasil em 2016.