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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Save the date: a temporada de 2013 começa no dia 24 de maio

A WNBA divulgou, na semana passada, o calendário da temporada de 2013. As primeiras equipes a se enfrentarem serão o Indiana Fever, atual campeão da liga, e o San Antonio Silver Stars. O confronto será no dia 24 de maio (sexta-feira), às 22h, no AT&T Center, casa do time texano.

O detentor do troféu ainda guarda em seu leque de estrelas Tamika Catchings, Katie Douglas e Briann January, sendo que a primeira e a terceira, junto a Shavonte Zellous, acabaram de ter os contratos renovados com o Indiana Fever.

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Hoje à noite: retorno de Lauren Jackson e decisão do segundo lugar do Oeste entre Sparks e Silver Stars

Sophia Young (San Antonio - 12 jogos sem perder) e Candace Parker (Sparks - 8 jogos sem perder) são grandes armar para manter seus times na série de vitórias consecutivas

Três partidas acontecem na noite de hoje: New York Liberty x Phoenix Mercury, Seattle Storm x Indiana Fever e Los Angeles Sparks x San Antonio Silver Stars. A primeira (às 23h) não é muito empolgante porque nenhuma dessas equipes passa por uma boa fase. O Liberty está no quarto lugar do Leste, com 8 vitórias e 13 derrotas. O Mercury (coitado!) tem 4 vitórias e 17 derrotas, na quinta posição do Oeste, e sofre com a ausência do seu big three (espera-se que Diana Taurasi volte hoje, mas a jogadora tem postergado seu retorno desde antes do intervalo olímpico).

Por outro lado, o confronto na cidade de Bill Gates (também às 23h) será interessante porque, pela primeira vez no ano, o Seattle Storm terá seu time sem o principal desfalque. Lauren Jackson estará em quadra depois do período em que se dedicou completamente à seleção australiana (preparação, Londres 2012 e celebrações em seu país natal). O recomeço da atleta será tanto quanto um desafio: derrotar o Indiana Fever com sua equipe completa desde o início do ano, e com campanha de 12 vitórias e 8 derrotas.

O duelo que mais chama a atenção, o que tem mais decisões em jogos, no entanto, acontece às 23h30. Lá no Staples Center (Califórnia), o San Antonio e o Los Angeles têm duas coisas em comum para brigar: uma delas é manter a sequência de jogos sem perder. As visitantes não experimentam a derrota há 12 jogos, e as donas de casa há 8. A outra é assegurar o segundo lugar da conferência. Caso Carol Ross (LA) consiga burlar o esquema tático de Dan Hughes (SA), a campanha de seu time apresentaria 18 vitórias e 6 derrotas, o que significa passar o adversário de hoje na tabela, que cairia para o terceiro lugar com 16 vitórias e 6 derrotas. Porém, isso não será tarefa fácil para o Sparks. Nessa temporada, esse confronto entre as texanas e as californianas já aconteceu quatro vezes, sendo que todas terminaram com o placar favorável à Becky Hammon e suas companheiras. Ambas as equipes estão entre as favoritas do Oeste, e apesar de tudo pender para o lado do San Antonio Silver Stars (entenda aqui o por quê), eu realmente espero um jogo decidido nos últimos 4 minutos.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Coluna "Vestiário Feminino" no Spurs Brasil

Não sei quantos dos leitores desse blog sabem, mas eu também tenho uma coluna no ótimo Spurs Brasil, o principal blog de informações sobre o San Antonio Spurs no Brasil. Nela, eu escrevo sobre o San Antonio Silver Stars, por isso o nome "Vestiário Feminino". Essa já é a segunda temporada que tenho esse espaço todo domingo, e vou passar a publicar as edições aqui no blog também.

Uma coisa, porém, quero deixar claro: minhas análises sobre o San Antonio Silver Stars são imparciais. Critico quando tenho que criticar, e elogio quando é preciso elogiar. Não há opinião de torcedora, mas de jornalista.

Hoje, posto aqui a edição do último domingo, cujo título é "Onze vitórias consecutivas é o que tem pra hoje". Aproveitem uma dissecação da corrida de... onze vitórias consecutivas do time texano, que ontem (21/08) alcançou a décima-segunda ao derrotar o Washington Mystics. Além disso, você também confere rápidos comentários sobre a seleção masculina da Espanha e a feminina do Brasil (uma crítica à CBB) na Olimpíada de Londres.

Link da origem: http://goo.gl/yjf2Y



Acabou! As Olimpíadas chegaram ao fim (para a nossa tristeza) e a temporada de 2012 da WNBA teve início novamente na quinta-feira (16). Desde então, o San Antonio Silver Stars já jogou duas vezes e em ambas as ocasiões foi vitorioso. Mas antes de falar sobre o recomeço pós-Londres, vamos a uma rápida olhada no que aconteceu enquanto as seleções se encontravam na Grã-Bretanha.

A competição do basquete feminino terminou com os Estados Unidos com a medalha de ouro (óbvio), a França com a de prata (surpresa) e a Austrália com a de bronze (isso porque elas não fizeram a mesma coisa que a Espanha no masculino, e ficaram com o segundo lugar do grupo B mesmo sabendo que enfrentariam as norte-americanas antes da final). Como representante do San Antonio Silver Stars, apenas Becky Hammon (além de mim, só que com a galera) esteve em quadra, defendendo a Rússia, que parou diante da Austrália na disputa pelo terceiro lugar. Sobre o Brasil, nosso país parou na primeira fase e precisou ganhar das donas de casa para não entrar no quadro das seleções que saíram de uma Olimpíada sem vitórias. De verdade? Não havia muito que se esperar do time, mas o resultado foi pior do que imaginávamos e a CBB continua com olhos e ouvidos fechados, e com uma diretora de seleções femininas com a boca muito aberta. De acordo com alguns provérbios, a sabedoria passa longe dali.

Enquanto o Brasil passa por apertos na modalidade, o San Antonio Silver Stars continua sua surpreendente campanha na WNBA, mesmo depois de um mês sem jogar uma partida oficial (as garotas que não foram para Londres tiveram a oportunidade de ficar treinando, outras aproveitaram para viajar a rever familiares, como Tully Bevilaqua). Como foi adiantado no início da edição deste domingo, foram dois jogos com duas vitórias.

Vou refrescar a memória de alguns de vocês. Antes do intervalo olímpico, o San Antonio tinha uma corrida de nove vitórias seguidas. Agora, são onze. Os dois últimos adversários, Phoenix Mercury e Tulsa Shock, não estão em boas condições no Oeste (penúltimo e último lugar, respectivamente). Contra o Shock, na quinta-feira, em determinado momento a vitória quase escapou das mãos de Becky Hammon e suas companheiras de equipe, mas realmente contra Tulsa não dá para ficar preocupado. Por mais que haja uma ameaça, ela é momentânea, e no final das contas dá para brincar um pouco (89 a 79 foi o placar final).

Contra o Phoenix Mercury, outra vitória, o caso foi meio diferente. Já parafraseei Chico Buarque em relação à seleção sub-17 de basquete feminino, e vou faze-lo novamente em nome de Corey Gaines, para o Mercury: “meu caro amigo, (…) a coisa aqui tá preta”. Tudo bem que a Diana Taurasi está com dor de dente, Candice Dupree está se recuperando de uma cirurgia e a Penny Taylor passa pela mesma situação, mas deixar seu rival abrir 42 pontos (isso mesmo, quarenta e dois) de diferença não é normal. Pelo menos não para o Phoenix Mercury. Há uma novata lá, a Sammy Prahalis, que é muito boa, há a Charde Houston (média de 13,2 pontos por jogo), Alexis Hornbuckle, Nakia Sanford, e principalmente DeWanna Bonner. Esse time aí foi tão fraco hoje, e o San Antonio fez um trabalho tão organizado que o placar ficou horrível: 89 a 47. Não é qualquer equipe. É o Phoenix Mercury, bicampeão da WNBA, o “Mighty Mercury”. É muito triste ver o que acontece com essa franquia tão bem reconhecida na liga (a campanha é praticamente a mesma que a do Tulsa, só que elas têm um jogo a mais).

Se deixarmos um pouco o lado fraco desses times e olharmos os lances mais disputados, os pontos positivos do San Antonio Silver Stars nessa temporada, que têm sido as chaves das vitórias são as reservas (Danielle Adams, Jia Perkins, Tully Bevilaqua, Shenise Johnson e Tangela Smith. A única que eu deixo de fora da lista é Ziomara Morrison, que ainda não pegou o ritmo, mas eu não a culpo. Ela vem de um país onde o basquete também não é forte: Chile), a rotação e a defesa. É incrível como Dan Hughes conseguiu juntar as peças e colocar o melhor de cada jogadora em quadra. Hoje, 50% dos arremessos de três pontos foram certeiros (seis jogadoras marcaram assim: Hammon, Christon, Adams, Perkins, Smith e Johnson).

Por hoje, é isso. Como tem sido dito por aí, onze vitórias consecutivas é o que tem pra hoje. E quantos times não gostariam de ter o mesmo?

Até a semana que vem, quando o San Antonio Silver Stars provavelmente terá campanha 18-5 após enfrentar o Washington Mystics (vitória), o Los Angeles Sparks (vai ser difícil, mas já foram três vitórias largas contra elas) e o Tulsa Shock (se não ganhar, é porque não estava afim). E enquanto o domingo não chega, vocês podem acompanhar o que acontece na WNBA através do meu Twitter, @BetaOsraReed.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

San Antonio Silver Stars perde dois coelhos em uma tacada só


A veterana Becky Hammon renovou seu contrato com o San Antonio Silver Stars de modo que continua no time até a aposentadoria. Mas de que adianta uma armação bem comandada, eficiência nas laterais (Sophia Young, por exemplo) e um fundo de quadra inexpressivo?

Hoje, mais duas mudanças aconteceram na temporada de negociações da WNBA. Ambas afetam direta e negativamente o San Antonio Silver Stars, equipe das brilhantes Becky Hammon e Sophia Young.

Há algum tempo o time texano enfrenta problemas na posição de número 5, desde quando a pivô belga Ann Wauters saiu. Sobrou Rith Riley, que vinha dando conta do recado. Dan Hughes escolheu Jayne Appel em um draft e Danielle Adams em outro. Estas são as opções de jogadoras de fundo de quadra do Silver Stars. Ou melhor, eram, porque Wauters e Riley acabaram de ser negociadas.

A europeia agora faz parte do esquadrão estrategicamente preparado do Seattle Storm. Sua presença na cidade chuvosa vai suprir a ausência de outra estrangeira renomada na WNBA, Lauren Jackson, que antes das Olimpíadas ficará em concentração com a equipe australiana. Ann Wauters havia parado de jogar com o San Antonio em 2010, e não se disponibilizou em 2011 porque ficou grávida. Recentemente, ela deu uma entrevista dizendo que estava com muita vontade de voltar e ganhar um campeonato nos Estados Unidos. Brian Agler, técnico do Seattle e um cidadão muito esperto, viajou pela Europa acompanhando algumas jogadoras na offseason, e Ros Casares, onde a belga trabalha ao lado de Lauren Jackson (dupla ruim de pivôs, hein!?), na Espanha, foi uma das paradas do comandante. Antes de essa contratação ter sido anunciada, os torcedores do San Antonio acreditavam fervorosamente que Hughes conseguiria levar Wauters de volta ao Texas.

Como se não bastasse, no mesmo dia (6/2) Ruth Riley se tornou mais um peão do xadrez do Chicago Sky, uma equipe que também tem buscado estratégias minunciosamente estudadas, mas primeiro para chegar a um playoff. Como Riley pode ajudar nessa missão? A pivô é bi-campeã da liga (2003 e 2006, com o Detroit Shock), sendo que em 2003 foi eleita a MVP das finais. Nesses dois anos, uma de suas companheiras em quadra era Swim Cash, que acabou de ser contratada pelo Chicago Sky. Furthermore, ainda não houve sinal por parte do azul e amarelo em relação a Sylvia Fowles, que está sob os direitos da equipe, mas pode migrar para qualquer outra franquia se a proposta do Sky não a agradar.

Fica no ar a questão: e a posição 5 do San Antonio Silver Stars? Wauters não está mais na jogada, Riley saiu o quanto antes, Jayne Appel é uma lástima e Danielle Adams consegue segurar as pontas, mas ainda é muito inconstante. Será que a solução é apelar para Michelle Snow? Dá para fazer melhor (a média da veteraníssima caiu de 9 pontos por jogo para 5,9 na temporada passada).

Dan Hughes, técnico respeitado, conhecido por suas boas aquisições e trocas inteligentes, precisa acertar bem o alvo se quiser sair do status de "quase lá" na hora de conquistar um campeonato da WNBA, e até agora, o San Antonio Silver Stars não trouxe nenhuma jogadora nova para a temporada que está por vir.

domingo, 22 de janeiro de 2012

Para nos divertir, jogadoras da WNBA fazem graça às câmeras

Um dos motivos do sucesso de certos times da WNBA é o carisma de suas jogadoras. As garotas da liga tendem a ser engraçadas e se divertir bastante enquanto estão juntas. Dois bons exemplos disso são o Phoenix Mercury e o Seattle Storm. A receita é a seguinte: jogadoras fiéis e que se comunicam com os fãs enchem o ginásio.

Essa animação toda, no entanto, não é forçada. As garotas REALMENTE são simpáticas e dão valor ao espectador, por isso, alguns vídeos são lançados na internet com o propósito de entreter os torcedores, como os que o Connecticut Sun fez esse ano para promover as jogadoras do time ao jogo das estrelas em San Antonio (veja aqui aqui).

Veja abaixo três gravações, que considero as mais engraçadas, de três franquias que investem pesado na valorização dos torcedores.

#3 - Hammon Time (San Antonio Silver Stars)
A história desse vídeo é a seguinte, The Fox - o mascote do San Antonio Spurs e do Silver Stars -, está procurando um assistente para seus momentos de entretenimento durante os jogos. Os candidatos que aparecem são bizarros, e um deles até é fofinho, mas tudo começa a fazer sentido a partir do momento que... uma galinha aparece. Isso mesmo! Assista, descubra quem é e se divirta muito!



#2 - Sue Bird & Swin Cash - 2010 Stormy Award Acceptance Speech (Seattle Storm)
Aqui, Sue Bird e Swim Cash ganharam o "2010 Stormy Award", que é uma cópia barata do Oscar organizado pela equipe (a assessoria de imprensa e o marketing do Seattle são o máximo). Cada ano, as jogadoras protagonizam cenas de filmes e o público escolhe quem foi a melhor atriz. Em 2010 o prêmio foi para a dupla Swin Cash e Sue Bird, que interpretou uma cena de Talladega Nights. Como comemoração, ao invés de gravarem um simples discurso de agradecimento, elas cantaram um rap, com direito a beat box de Sue Bird. É...



#1 - Diana Taurasi, Cappie Pondexter... Road trip (Phoenix Mercury)
O melhor de todos os tempos. Em 2007, o Phoenix Mercury foi para a final contra o Detroit Shock. O nome dado para viagens longas em inglês é "road trip", e é isso que elas fariam para o lado leste dos Estados Unidos. Nesse vídeo, as cômicas Bridget Pettis, Cappie Pondexter e Diana Taurasi estão prontas para as horas de estrada e fazem o check list: água, salgadinhos, e... música. O playlist conta com What is Love?, clássica nos jogos lá nos EUA que leva os torcedores a balançarem a cabeça cada vez que é tocada, A Thousand Miles (muito fofa!!!), da Vanessa Carlton, e outra que parece a Cha Cha Slide, sempre presente tanto nos bailes de "High School" quanto em festas cariocas. Agora, é hora de ver as jogadoras do Phoenix Mercury dançando e cantando esses sucessos e mais uma mega surpresa no final. Quando terminar de assistir, você só vai chegar à uma conclusão: como cantoras, elas são excelentes jogadoras de basquete.


Muito maneiro,  não é mesmo?

Lembra de mais algum vídeo engraçado protagonizado pelas jogadoras da WNBA? Manda o link aí embaixo! E não esqueça que a temporada começa no dia 18 de maio!


No Twitter: @Dentrodawnba e @BetaOsraReed