O basquete brasileiro passa por uma boa fase. Apesar de todos os problemas e dificuldades, o cenário nacional da modalidade apresentou uma evolução clara diante dos olhos daqueles que a acompanham com afinco. Mesmo sob um resultado negativo no último Mundial, o que acontece dentro das quadras do Brasil é de dar grandes esperanças.
A Liga de Basquete Feminino (LBF) é a vitrine dos talentos nacionais. Novas jogadoras são reveladas, veteranas marcam ainda mais seus nomes e cada vez mais estrangeiras vêm atuar em equipes do país, sendo muitas delas da WNBA. Só entre as brasileiras, são quatro as que atuarão na próxima temporada do campeonato norte-americano: Érika de Souza, Nádia Colhado (UNINASSAU/América), Damiris Dantas e Clarissa dos Santos (ADCF Unimed/Americana).
Entre as estrangeiras, Matee Ajavon (Maranhão Basquete), Tiffany Hayes e Tamera Young (UNINASSAU/América) brigarão pelo anel do torneio.
O Dentro da WNBA entende a importância da disseminação do basquete feminino nacional para que a modalidade possa atingir níveis cada vez mais altos. Por isso, essa página passará a publicar uma série com o título de #LBFnaWNBA, para que o leitor brasileiro conheça algumas das joias que atuam no Brasil.
Como vai acontecer:
O blog é privilegiado por estar em São Paulo (capital) e diversas partidas dos playoffs da LBF serem disputadas por perto. A medida que as equipes virem jogar por aqui, as jogadoras serão entrevistadas pessoalmente. O objetivo é que esses nomes se tornem familiares e admirados por seus feitos em território nacional.
Até o momento, o Dentro da WNBA já tem uma entrevista realizada, com um conteúdo muito valioso de uma jogadora extremamente importante para a seleção brasileira. Seu perfil, junto à entrevista será publicado até o final da semana.
Mas a intenção é que esse conteúdo seja disseminado e atinja o maior alcance possível, afinal, um dos objetivos do Dentro da WNBA desde seu primeiro texto publicado é ver o basquete feminino voltar aos tempos de ouro. Hoje, temos as peças necessárias dentro da quadra para que isso aconteça, basta torcermos e cooperarmos para que o fator extra quadra seja forte o suficiente para impulsionar a modalidade. E o jornalismo é uma das principais maneiras para que isso aconteça.
Portanto, se você tiver alguma indicação ou pergunta sobre as jogadoras mencionadas acima, deixe um comentário para que essa série fique no nível que essas atletas merecem.
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segunda-feira, 30 de março de 2015
segunda-feira, 23 de março de 2015
Pré-temporada da WNBA: confira as datas
O Atlanta Dream receberá mais três times da WNBA para um pequeno evento de pré-temporada no dia 23 de maio
Uma novidade que teve o pontapé inicial em 2014 foi a criação de mini torneios, que envolvem de três a quatro franquias. Essas equipes se enfrentam e, ao final, pode existir um campeão ou não - o objetivo é que sejam jogos atraentes. No ano passado, o primeiro mini campeonato de pré-temporada foi entre Chicago Sky, Minnesota Lynx, Indiana Fever e Phoenix Mercury.
O time que era o detentor do título da WNBA à época, o Minnesota Lynx, foi o campeão do torneio que aconteceu na Disney, e já contava, inclusive, com a brasileira Damiris Dantas em seu elenco, o que permitiu à técnica Cheryl Reeves observa-la um pouco melhor para dar mais espaço à jovem quando os jogos oficiais começaram.
Para a temporada de 2014, mais pequenos torneios serão realizados, assim como diversos outros confrontos individuais. O Atlanta Dream e o Connecticut Sun são os times que receberão outras equipes para os mini campeonatos.
O da equipe da Georgia, nomeado Atlanta Dream Classic, contará com Indiana Fever, Connecticut Sun e Washington Mystics, além do anfitrião, e acontecerá no KFC Yum! Center, em Louisville, domínio da atlética das Cardinals da University of Louisville, onde Angel McCoughtry e Shoni Schimmel atuaram na NCAA.
O do Connecticut Sun será um doubleheader no Mohegan Sun Arena, com a presença do time da casa, Chicago Sky, Los Angeles Sparks e a seleção da China.
Confira abaixo todos os confrontos da pré-temporada da WNBA:
Doubleheaders
Atlanta Dream Classic - Local: KFC Yum! Center, Louisville
23 de maio
Connecticut Sun x Indiana Fever
Atlanta Dream x Washington Mystics
Connecticut Sun - Mohegan Sun Arena, Uncasville
27 de maio
Chicago Sky x Los Angeles Sparks
Connecticut Sun x China
28 de maio
Chicago Sky x China
Connecticut Sun x Los Angeles Sparks
Individuais
22 de maio
Chicago Sky x New York Liberty - Local: University of Delaware
Tulsa Shock x San Antonio Stars - Local: BOK Center
26 de maio
Phoenix Mercury x Seattle Storm - Local: US Airways Center, Phoenix
27 de maio
Washington Mystics x Minnesota Lynx - Local: Washington
New York Liberty x Atlanta Dream - Local: Madison Square Garden, New York
28 de maio
Seattle Storm x Phoenix Mercury - Local: Key Arena, Seattle
San Antonio Stars x Tulsa Shock - Local: Freeman Coliseum, San Antonio
29 de maio
Indiana Fever x Washington Mystics - Local: Farmer's Coliseum, Indianopolis
30 de maio
New York Liberty x China (amistoso) - Local: Madison Square Garden Training Center, New York
1 de junho
Minnesota Lynx x New York Liberty - Local: Target Center, Minneapolos
quinta-feira, 19 de março de 2015
Tamika Catchings e Kobe Bryant têm muito mais do que o número da camisa em comum
Quem acompanha basquete certamente sabe quem é Kobe Bryant. Ao lado de LeBron James, o jogador do Los Angeles Lakers é um dos maiores ídolos da era pós Michael Jordan e por onde passa arrasta uma multidão de fãs. Mas existe uma jogadora na WNBA, com passos semelhantes aos do astro da equipe californiana, que também faz do esporte da bola laranja uma arte.
Tamika Catchings é uma das peças do elenco do Indiana Fever,
equipe pela qual foi draftada em 2001. Não jogou sua primeira temporada como
novata devido a uma lesão, mas a partir de 2002 fez muito estrago com os seus
adversários. Campeã mundial e olímpica diversas vezes com a seleção dos Estados
Unidos, além de presença garantida em All-Star Games, em 2012 garantiu seu
primeiro título da WNBA, em uma série final contra o fortíssimo Minnesota Lynx.
Foi a coroação de uma carreira que já contava com um MVP exatamente na edição
anterior (2011).
Kobe e Tamika vestem o mesmo número na camisa: 24. Ambos são
estrelas do basquete, nomes que não ficam de fora de discussões de
especialistas e torcedores sobre quem é o melhor de cada modalidade que
representam. Mas existe um elo muito maior entre eles: quando crianças, eram
amigos... na Itália.
Tanto o pai de Bryant quanto o de Catchings foram jogadores
da NBA. Harvey Catchings jogou
de 1974 a 1985 no Philadelphia 76ers, New Jersey Nets, Milwaukee Bucks e Los
Angeles Clippers. Joe "Jellybean" Bryant desfilou nas quadras
da maior liga de basquete por menos tempo, mas dentro do mesmo período, de 1976
a 1984, no Philadelphia 76ers, San Diego Clippers e Houston Rockets.
Após o fim de sua carreira na liga norte-americana, o
patriarca da família Catchings se mudou para uma cidade chamada Gorizia, ao
norte da Itália, para atuar pelo Segafredo. O Sr. Bryant foi para Rieti, jogar
no AMG Sebastiani Rieti, e passou mais sete temporadas em equipes italianas.
Foi neste período que os Bryant e os Catchings se
encontraram e desenvolveram um laço firmado no sangue norte-americano. Naquela
época, somente dois atletas estrangeiros poderiam fazer parte dos elencos da
liga italiana, então era comum que os jogadores se conhecessem. Assim, Tamika e
Kobe passaram uma parte da infância juntos, passeando pela Itália, visitando o
Coliseu e, claro, jogando basquete.
Joe Bryant e Harvey Catchings passeando no Coliseu, em Roma
Os dois chegaram a jogar basquete juntos quando crianças,
influenciados pela amizade e proximidade de seus pais. Mas Tamika voltou para
os Estados Unidos antes, enquanto kobe passou um tempo no Velho Continente.
Mesmo em caminhos diferentes, os dois chegaram a ter um
retorno semelhante, com histórias difíceis na infância. Catchings nasceu com um
problema auditivo e teve que usar um aparelho em seus ouvidos para passar a
escutar melhor. Devido à deficiência, sua fala é diferente, e se tornou motivo
de chacota entre seus colegas. Diante dessa realidade, Tamika não reagia, mas
encontrou na quadra uma maneira de se afirmar – e mostrar para as outras
crianças que elas podiam até zombar de seus problemas na sala de aula, mas com
a bola na mão, era ela quem estava no controle.
Quando Kobe retornou aos Estados Unidos, se viu em uma
realidade nova na escola. Depois de passar muitos anos na Itália, não tinha domínio
do idioma inglês e não sabia formular algumas frases ou palavras. Por isso,
quando seus professores pediam para que lesse algo em voz alta, também era alvo
de brincadeiras difamatórias. E a quadra foi o seu escape, assim como aconteceu
com Tamika.
Kobe e Tamika brincando no Coliseu, em Roma
Depois de adultos, ambos seguiram caminhos brilhantes: liga
profissional e seleção norte-americana. O sucesso de ambos, seja com o Los
Angeles Lakers, o Indiana Fever ou o time dos Estados Unidos, não deixam
dúvidas de que a Itália fez alguma coisa com esses dois que os transformou em
máquinas do basquete.
Toda essa história é contada em um mini documentário da ESPN, nomeado Italian Imports, que ficou muito legal, recheado de fotos e depoimentos tanto de Tamika quanto de Kobe. Você pode assisti-lo aqui. Tem apenas 13 minutos.
quarta-feira, 11 de março de 2015
Vai e Vem: a movimentação da WNBA para a temporada de 2015
Atualizado em 25/03
O começo do ano da WNBA já está bem movimentado, com grandes mudanças e permanências nas equipes da liga norte-americana. A partir desta quarta-feira, esse post será atualizado semanalmente com as principais novidades.
O começo do ano da WNBA já está bem movimentado, com grandes mudanças e permanências nas equipes da liga norte-americana. A partir desta quarta-feira, esse post será atualizado semanalmente com as principais novidades.
Até o momento, as mudanças mais importantes foram a ida de Cappie Pondexter para o Chicago Sky, a renovação da Tamika Catchings com o Indiana Fever até sua aposentadoria e a saída de Candice Wiggins do Los Angeles Sparks para o New York Liberty.
Vale ressaltar a permanência das jogadoras brasileiras Érika de Souza e Nádia Colhado, que renovaram com o Atlanta Dream, Damiris Dantas, também por mais uma temporada com o Minnesota Lynx, e a grande novidade, Clarissa dos Santos, que fechou com o Chicago Sky e estreia na WNBA.
Vale ressaltar a permanência das jogadoras brasileiras Érika de Souza e Nádia Colhado, que renovaram com o Atlanta Dream, Damiris Dantas, também por mais uma temporada com o Minnesota Lynx, e a grande novidade, Clarissa dos Santos, que fechou com o Chicago Sky e estreia na WNBA.
Atlanta Dream
Renovaram: Érika de Souza*, Nádia Colhado*, Jasmine Thomas
Chegaram: Roneeka Hodges
Saíram:
Permanecem: Matee Ajavon*, Sancho Lyttle, Angel McCoughtry, Shoni Schimmel
Renovaram:
Temera Young*, Jessica Breland, Courtney Vandersloot, Allie Quigley
Chegaram: Cappie Pondexter, Clarissa dos Santos*, Jacki
Gemelos
Saíram:
Permanecem:
Elena Delle Donne
Renovaram:
Kayla Pedersen
Chegaram:
Camille Little, Shekinna Stricklen, Danielle McCray, Chelsea Gray, Alyssia Brewer
Saíram: Renee
Montgomery
Permanecem:
Katie Douglas, Chiney Ogwumike
Renovaram:
Tamika Catchings, Sydney Carter, Lynetta Kizer
Chegaram: Alicia DeVaughn (training camp), Shenise Johnson
Saíram: Karima Christmas
Permanecem: Briann January, Jeanette Pohlen
Renovaram: Alana Beard , Jantel Lavender
Chegaram: Brian Agler (técnico), Erin Phillips, Jennifer Hamson, Temeka Johnson
Saíram: Candice Wiggins
Permanecem: Candace Parker, Nneka Ogwumike, Sandrine Gruda, Kristi Toliver, Farhiya Abdi, Marianna Tolo, Nikki Greene, Ana Dabovic
Renovaram: Damiris Dantas*, Nadirah McKenith
Chegaram: Nika Baric
Saíram:
Permanecem: Seimone Augustus, Lindsay Whalen
Renovaram: Avery
Warley-Talbert, Natasha Lacy, Alex Montgomery,
Chegaram: Epiphanny
Prince, Candice Wiggins, Tanisha Wright, Bec Allen, Carolin Swords
Saíram: Cappie Pondexter, Plenette Pierson
Permanecem: Tina Charles, Swin Cash, Ana Cruz, Sugar Rodgers, Essence Carson,
Renovaram:
Chegaram: Marta Xargay, Monique Currie, Noele Quinn, Cayla
Francis, Leilani Mitchell, Jasmine James, Shameka Christon
Saíram:
Erin Phillips
Permanecem:
Brittney Griner, Candice Dupree, DeWanna Bonner, Diana Taurasi**, Tiffany Bias, Mistie Bass, Exelina Kobrin, Shay Murphy
Renovaram: Danielle Robinson, Jia Perkins, Danielle Adams
Chegaram: Toni
Young, Ashley Paris, Brittany Chambers
Saíram: Becky Hammon (aposentadoria), Shenise Johnson
Permanecem: Astou Ndour, Kayla McBride, Kayla Alexander, Sophia Young
Renovaram:
Sue Bird, Angel Robinson, Waltiea Rolle, Alysha Clark,
Chegaram:
Jenny Boucek (técnica), Quanitra Hollingsworth, Abby Bishop, Renee Montgomery
Saíram: Brian Agler (técnico), Temeka Johnson
Permanecem:
Lauren Jackson***
Renovaram: Courtney Paris, Vicki Baugh
Chegaram: Karima Christmas, Plenette Pierson
Saíram: Roneeka Hodges
Permanecem:
Skylar Diggins, Glory Johnson, Odyssey Sims, Tiffany Jackson-Jones, Jordan Hooper, Theresa Plaisance
Renovaram: Tierra Ruffin-Pratt, Kalana Greene, Kia Vaughn
Chegaram:
Saíram: Quanitra
Hollingsworth, Monique Currie
Permanecem:
Stefanie Dolson, Bria Hartley, Ivory Latta, Jelena Milovanovic, Emma Meesseman
*atualmente jogando no Brasil
**confirmada no time, mas não jogará a temporada
***dúvida para a temporada
domingo, 8 de março de 2015
O fim de semana de Clarissa dos Santos
A confirmação de um contrato com o Chicago Sky, vice-campeão da WNBA e uma das principais equipes da liga norte-americana, e o título de MVP do Desafio das Estrelas da LBF, além da liderança com 26 pontos e 17 rebotes na revanche do time do Brasil contra o Mundo no jogo festivo. A tarde do sábado mal havia começado e Clarissa dos Santos já tinha muitos motivos para poder considerar o primeiro fim de semana de março um dos mais memoráveis de sua carreira.
O basquete brasileiro tem um grande nome em suas quadras: Clarissa dos Santos. A pivô de 1,84m e 26 anos atua na equipe ADCF Unimed/Americana, pela qual se tornou campeã da Liga de Basquete Feminino (LBF) duas vezes, na temporada 2011/2012 e na última, 2013/2014. Com a camisa da seleção, foi campeã sul-americana em 2013 e 2014, além de ter sido coroada MVP do torneio no ano passado.
Na atual edição da LBF, Clarissa é a quinta maior pontuadora, com média de 16,44 pontos por jogo (foram 263 tentos em 16 partidas). A pivô está logo atrás de Damiris Dantas, sua companheira de equipe, e antes delas estão somente Iziane Castro (Maranhão Basquete), em primeiro e duas norte-americanas, Chloe Wells (APAB/Barretos) e Tiffany Hayes (UNINASSAU/América), em segundo e terceiro lugar respectivamente.
Outras estatísticas falam muito sobre essa jogadora. Em praticamente todas as que aparece na LBF, Clarissa nunca está abaixo das dez melhores posições. Nos arremessos de dois pontos, seu aproveitamento é de 57,8%, o sexto da liga. Para se ter um parâmetro de comparação, Shamell (Mogi das Cruzes), cestinha do NBB, soma 52,8%. A maior porcentagem de acertos entre os dez maiores pontuadores do campeonato masculino é de Rafael Hettsheimeir (Pachoalotto/Bauru), com 66,15% e abaixo dele está Kyle Lamonte (UniCEUB/BRB/Brasília), com 56,2%.
Mas não é só no ataque que Clarissa é um potência. A jogadora é a melhor reboteira da LBF, com 11,25 por jogo e a quinta maior "ladra" de bolas da temporada, com 2,31 recuperadas a cada compromisso, um total de 37 nas 16 partidas disputadas até o momento.
Com todos esses números, somados a outros como tocos, erros e minutos em quadra, Clarissa é nada menos do que a jogadora mais eficiente da LBF, com média de 24,31 de valorização por jogo, com uma boa diferença para a segunda melhor nessa estatística, a ala Tiffany Hayes, do América, com 19,94.
Números podem não dizer muita coisa no esporte, mas os de Clarissa são um verdeira reflexo de sua atuação em quadra. Conhecida por sua raça, ela é um pesadelo para suas adversárias. Apesar de ser pivô, suas características vão além daquelas pelas quais as mulheres do garrafão são conhecidas. Por ser ágil e habilidosa, consegue muito bem cumprir a função de ala/pivô. Sua grande facilidade em pegar rebotes, estabelecendo um importante domínio no garrafão, e seu incrível porte físico, também não passam nem um pouco despercebidos.
Não por menos que o anúncio de que Clarissa havia assinado um contrato com o Chicago Sky para a temporada de 2015 da WNBA foi grandemente comemorado pelo público basqueteiro do Brasil. Junto de Érika, Damiris e Nádia, a pivô será uma das quatro brasileiras na liga norte-americana, o maior número desde 2002, e poderá representar o país com qualidade nas quadras dos Estados Unidos.
Além dessa novidades, Clarissa brilhou no Desafio das Estrelas da LBF, no sábado (07). Com 26 pontos e 17 rebotes, a jogadora foi a líder na vitória por 78 a 73 do time da LBF Brasil sobre o da LBF Mundo, em um jogo bem disputado que serviu como revanche do ano anterior, quando as estrangeiras venceram em São José dos Campos.
Em Franca, onde o evento festivo foi realizado de maneira inédita junto ao do NBB, a pivô tinha todos os holofotes sobre si. A atenção dos torcedores e, principalmente, dos jornalistas, mostrava que uma nova fase está iniciante para Clarissa. Mas o que faz com que o brasileiro fique ainda mais feliz é o que a jogadora representa também fora de quadra.
Uma matéria feita pelo jornalista Fábio Balassiano em 2006 mostra que a essência da jogadora permanece até hoje: "um sorriso que não sai do seu rosto". E não é por menos. A garota que deu seus primeiros passos no basquete na Zona Oeste do Rio de Janeiro, com passagem pela Mangueira e pelo Fluminente, cruzou o oceano Atlântico, foi jogar em Portugal, voltou para o Brasil, se tornou bicampeã do campeonato nacional, ganhou papel de liderança na seleção e agora segue para o que pode ser considerado o maior posto de uma jogadora de basquete em questão de time.
A temporada de 2015 da WNBA começa no dia 05 de junho, e o Chicago Sky já tem compromisso em casa, contra o Indiana Fever, às 21:30 (horário de Brasília).Se você ainda não tinha motivos o suficiente para acompanhar o campeonato este ano, Clarissa se tornou mais um.
(importante lembrar: Clarissa dos Santos será companheira da habilidosa Tamera Young, jogadora do América na LBF)
O basquete brasileiro tem um grande nome em suas quadras: Clarissa dos Santos. A pivô de 1,84m e 26 anos atua na equipe ADCF Unimed/Americana, pela qual se tornou campeã da Liga de Basquete Feminino (LBF) duas vezes, na temporada 2011/2012 e na última, 2013/2014. Com a camisa da seleção, foi campeã sul-americana em 2013 e 2014, além de ter sido coroada MVP do torneio no ano passado.
Clarissa no Desafio das Estrelas da LBF (Foto: Divulgação/LBF)
Na atual edição da LBF, Clarissa é a quinta maior pontuadora, com média de 16,44 pontos por jogo (foram 263 tentos em 16 partidas). A pivô está logo atrás de Damiris Dantas, sua companheira de equipe, e antes delas estão somente Iziane Castro (Maranhão Basquete), em primeiro e duas norte-americanas, Chloe Wells (APAB/Barretos) e Tiffany Hayes (UNINASSAU/América), em segundo e terceiro lugar respectivamente.
Outras estatísticas falam muito sobre essa jogadora. Em praticamente todas as que aparece na LBF, Clarissa nunca está abaixo das dez melhores posições. Nos arremessos de dois pontos, seu aproveitamento é de 57,8%, o sexto da liga. Para se ter um parâmetro de comparação, Shamell (Mogi das Cruzes), cestinha do NBB, soma 52,8%. A maior porcentagem de acertos entre os dez maiores pontuadores do campeonato masculino é de Rafael Hettsheimeir (Pachoalotto/Bauru), com 66,15% e abaixo dele está Kyle Lamonte (UniCEUB/BRB/Brasília), com 56,2%.
Mas não é só no ataque que Clarissa é um potência. A jogadora é a melhor reboteira da LBF, com 11,25 por jogo e a quinta maior "ladra" de bolas da temporada, com 2,31 recuperadas a cada compromisso, um total de 37 nas 16 partidas disputadas até o momento.
Com todos esses números, somados a outros como tocos, erros e minutos em quadra, Clarissa é nada menos do que a jogadora mais eficiente da LBF, com média de 24,31 de valorização por jogo, com uma boa diferença para a segunda melhor nessa estatística, a ala Tiffany Hayes, do América, com 19,94.
Números podem não dizer muita coisa no esporte, mas os de Clarissa são um verdeira reflexo de sua atuação em quadra. Conhecida por sua raça, ela é um pesadelo para suas adversárias. Apesar de ser pivô, suas características vão além daquelas pelas quais as mulheres do garrafão são conhecidas. Por ser ágil e habilidosa, consegue muito bem cumprir a função de ala/pivô. Sua grande facilidade em pegar rebotes, estabelecendo um importante domínio no garrafão, e seu incrível porte físico, também não passam nem um pouco despercebidos.
Não por menos que o anúncio de que Clarissa havia assinado um contrato com o Chicago Sky para a temporada de 2015 da WNBA foi grandemente comemorado pelo público basqueteiro do Brasil. Junto de Érika, Damiris e Nádia, a pivô será uma das quatro brasileiras na liga norte-americana, o maior número desde 2002, e poderá representar o país com qualidade nas quadras dos Estados Unidos.
Além dessa novidades, Clarissa brilhou no Desafio das Estrelas da LBF, no sábado (07). Com 26 pontos e 17 rebotes, a jogadora foi a líder na vitória por 78 a 73 do time da LBF Brasil sobre o da LBF Mundo, em um jogo bem disputado que serviu como revanche do ano anterior, quando as estrangeiras venceram em São José dos Campos.
Em Franca, onde o evento festivo foi realizado de maneira inédita junto ao do NBB, a pivô tinha todos os holofotes sobre si. A atenção dos torcedores e, principalmente, dos jornalistas, mostrava que uma nova fase está iniciante para Clarissa. Mas o que faz com que o brasileiro fique ainda mais feliz é o que a jogadora representa também fora de quadra.
Uma matéria feita pelo jornalista Fábio Balassiano em 2006 mostra que a essência da jogadora permanece até hoje: "um sorriso que não sai do seu rosto". E não é por menos. A garota que deu seus primeiros passos no basquete na Zona Oeste do Rio de Janeiro, com passagem pela Mangueira e pelo Fluminente, cruzou o oceano Atlântico, foi jogar em Portugal, voltou para o Brasil, se tornou bicampeã do campeonato nacional, ganhou papel de liderança na seleção e agora segue para o que pode ser considerado o maior posto de uma jogadora de basquete em questão de time.
A temporada de 2015 da WNBA começa no dia 05 de junho, e o Chicago Sky já tem compromisso em casa, contra o Indiana Fever, às 21:30 (horário de Brasília).Se você ainda não tinha motivos o suficiente para acompanhar o campeonato este ano, Clarissa se tornou mais um.
(importante lembrar: Clarissa dos Santos será companheira da habilidosa Tamera Young, jogadora do América na LBF)
segunda-feira, 27 de maio de 2013
Epiphanny Prince, Elena Delle Donne e o massacre do Phoenix Mercury
Elena Delle Donne - sucesso em sua primeira atuação como profissional
Muito foi dito, especulado e reportado em relação às "Três para ver" (Three to see). Brittney Griner (Phoenix Mercury), Elena Delle Donne (Chicago Sky) e Skylar Diggins (Tulsa Shock - em ordem de escolha do draft) levaram para a WNBA um expectativa que não existia desde 2008, quando Candace Parker, Sylvia Fowles e Candice Wiggins entraram na liga profissional - 2011 teve Maya Moore e Liz Cambage, mas não foi o suficiente para criar, por exemplo, novos contratos televisivos.
Das novatas da classe de 2013, Brittney Griner sempre foi aquela de quem mais esperava-se resultado, algo que começou quando sua habilidade de enterrar foi descoberta pela mídia no ensino médio. E na noite dessa segunda-feira, a gigante teve sua primeira prova "às vera" como profissional.
O elenco do Phoenix Mercury entrou em quadra com apenas um desfalque, Penny Taylor, e tinha ao seu favor as extremamente importantes Diana Taurasi, Candice Dupree, DeWanna Bonner, Samantha Prahalis e Charde Houston, além da própria Brittney Griner. Do outro lado, o Chicago Sky, teoricamente mais fraco, contava com Sylvia Fowles, Swim Cash, Epiphanny Prince, Courtney Vandersloot e Elena Delle Donne. Como dito acima, "teoricamente" esse era um elenco menos expressivo do que o da cidade do Arizona.
Ledo engano.
O placar final da partida foi 102 a 80 para o Chicago Sky, com atuações incríveis de Epiphanny Prince (26 pontos) e Elena Delle Donne (22 pontos e 8 rebotes). Ou seja, das três novatas mais importantes da temporada, a única que saiu com vitória na primeira rodada e teve estatísticas significativas foi a segunda escolha.
Britney Griner enterrou. Duas vezes (veja a primeira aqui e a segunda aqui). O suficiente para levantar a torcida no US Airways Center.
Brittney Griner se junta ao seleto grupo de jogadoras que já enterraram na WNBA (composto por Lisa Leslie e Candace Parker), e se torna a primeira a executar esse movimento duas vezes em uma mesma partida - tudo isso em seu primeiro compromisso como profissional
O jogo dessa noite realmente foi uma surpresa para a maioria daqueles que esperavam uma conquista massacrante do Phoenix Mercury sobre o seu adversário e acabaram vendo exatamente o contrário acontecer. O equilíbrio vinha de torcedores que simpatizaram com o talento e a história de Delle Donne (leia aqui sobre isso)
De acordo com a agenda da WNBA, os próximos jogos dessas equipes serão na sexta-feira (Chicago Sky x Connecticut Sun, às 21h30) e no domingo (Phoenix Mercury x Seattle Storm, às 22h). Vale muito a pena conferir o que vai acontecer.
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
O que esperar da segunda metade da temporada de 2012? - Parte 2
(continuação do post anterior)
"Diante de tantas performances marcantes, o que deve-se esperar da segunda metade da WNBA? Fome de título."
O retorno de nomes importantes para as equipes vai marcar a próxima semana da WNBA. O Atlanta Dream espera ansiosamente por Érika, como mostra o banner na entrada do site da equipe. O Seattle Storm receberá novamente Lauren Jackson, e o Phoenix Mercury tem sua principal jogadora recuperada
Há o retorno de Diana Taurasi para o Phoenix Mercury após um tempo afastada devido a lesão. Sua atuação olímpica foi excelente, o tempo parada com o propósito de se guardar para Londres foi muito conveniente, e ter se tornado uma das maiores medalhistas na história do basquete feminino norte-americano certamente é combustível para a ala-armadora. Taurasi é o tipo de atleta que nunca está satisfeita e quanto mais ganha, mais acredita que precisa melhorar. Com três ouros em Olimpíadas, ouro em Mundial, duas conquistas da WNBA e um MVP (isso na carreira profissional, sem contar com a universitária), tirar o Phoenix da vice-lanterna da conferência Oeste com campanha de 4 vitórias e 15 derrotas será um ato heroico que a renderá uma estatua presente até nos jogos do Suns. Eu acredito que dessa vez o Mercury ficará de fora dos playoffs. É muito atraso para se recuperar em pouco tempo, sendo que as equipes completas do Oeste já vinham fazendo um ótimo trabalho antes da Olimpíada (destaque para o Minnesota Lynx - obvio, o San Antonio Silver Stars e o Los Angeles Sparks), e as garotas do Arizona estarão sem Candice Dupree (só volta na primeira semana de setembro) e Penny Taylor.
Em contrapartida, a alegria do Seattle Storm será completa quando a sensacional dupla Sue Bird e Lauren Jackson voltar a vestir, junta, o uniforme verde da cidade chuvosa. A australiana ficou a primeira metade do ano com a seleção de seu país a fim de se aperfeiçoar para os jogos de Londres. O resultado não foi o esperado, mas a pivô mostrou que está saudável e seu jogo bem alinhado com as expectativas para o seu nível (quem viu sua movimentação embaixo da cesta e as bolas de 3 pontos? Incríveis!). O time também está em situação não tão confortável, mas dá para alcançar a vaga nos playoffs (e é nessa hora que o resto do Oeste precisa ficar MUITO preocupado).
O Atlanta Dream está tão desesperado pela Érika que quando acessamos o site oficial do time a primeira coisa que aparece é um banner com uma foto da jogadora ao lado de um enorme “Welcome back, Érika!” (“seja bem-vinda, Érika!”). Com o terceiro lugar do Leste, vai ser simples desbancar o Connecticut Sun, que não tem o elenco necessário para bater Angel McCoughtry e a brasileira juntas (estou falando do Connecticut Sun e da temporada regular), nem a maioria dos times completos. A grande dificuldade da equipe em subir na classificação será a campanha. São 9 vitórias e 10 derrotas, contra 14 vitórias e 4 derrotas do Sun. O Indiana Fever certamente vai manter regularidade e conquistar o primeiro lugar, já que a equipe segue completa desde o começo da temporada. A propósito, aposto no Fever na final da WNBA neste ano.
Amanhã (16/08 - quinta-feira) será o retorno da temporada de 2012 da WNBA. Quais são suas expectativas? Deixe um comentário, ou converse comigo no Twitter (@BetaOsraReed)!
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Dicas para acompanhar a temporada
Na sexta-feira (18/05), Los Angeles Sparks e Seattle Storm abrem a temporada de 2012 da WNBA, às 23h. Aqueles que acompanham a modalidade sabem o quanto é difícil conseguir informações sobre o que acontece na liga. Até o site oficial, muitas vezes, deixa a desejar na transmissão das notícias. Uma dica minha é que você se cadastre em fóruns, gringos, claro, já que esse tipo de interação não funciona mais no Brasil agora que o Facebook comporta todos os tipos de plataformas da Web 2.0. Além disso, temos os blogs, que têm foco muito mais definido, e você não precisa procurar em diversas páginas para saber o que está rolando. Além desses, entre as opções disponíveis, O TOP dos canais para acompanhar a ação é o Live Access, do próprio WNBA.com.
O Live Access, todavia, deixou de ser TOP para ser apenas top. Até o ano passado ele era um serviço gratuito. Ou seja, tínhamos o direito de assistir a todas as partidas (menos as transmitidas pela ESPN) sem pagar um tostão sequer. A partir de 2012, é necessário desembolsar US$ 4,99 para ter esse privilégio. Cá entre nós, não é caro, e vale a pena (mais uma vez: TODAS as partidas podem ser assistidas, sendo que, pelo computador, é possível acompanhar até quatro jogos em uma única tela). Outro serviço que permite o acompanhamento ao vivo dos jogos é um aplicativo para smartphones e tablets, o WNBA Center Court. Ele funciona da mesma maneira que o Live Access, e ainda te dá notícias e fotos. Até o momento, não recebi nenhuma notificação para alterar meus dados do app, mesmo tendo que pagar para ver do provedor direto. No ano passado, assisti a MUITOS jogos, inclusive - e aí é que está a melhor parte - aqueles que o site oficial da WNBA não libera, os da ESPN (ótimo para quem tem TV à cabo, mas trabalha à noite).
Como mencionei os fóruns, não dá para não comentar sobre o WNBA Brasil, que começou com o Fórum WNBA Brasil, o primeiro do país a se dedicar completamente ao campeonato. Para mim, ele é muito especial, já que eu fiz parte de sua criação. Hoje, a galera de lá se reúne em uma página do Facebook com o mesmo título. As meninas também atualizam o blog WNBA Brasil, do qual fiz parte durante um bom tempo. Algumas dicas de fóruns (norte-americanos):
Rebkell - Sobre a WNBA no geral
Silver Stars Nation - Fórum criado por fãs do San Antonio Silver Stars, principalmente da Becky Hammon, mas com muita informação sobre a liga
Stormfans - Fórum criado por fãs do Seattle Storm, mas também com muitas informações sobre a WNBA
Atlanta Dream - Fórum criado por fãs do Atlanta Dream. Meio parado, mas algumas coisas aparecem de vez em quando
Se souberem de outros, me avisem!
Indico, também, blogs. Claro que vou puxar sardinha para este que você está lendo, o Dentro da WNBA! Coloco outros na lista:
Bala na Cesta - Blog do jornalista Fabio Balassiano. É sobre o basquete no geral, com excelentes posts sobre o basquete feminino e a WNBA.
WNBA Brasil - Bem diferente desse aqui (Dentro da WNBA), o WNBA Brasil transmite notícias da temporada, mas com caráter de entretenimento. Eu já fui companheira de redação das meninas, muito empolgadas com a liga! Vale a pena ler, ficar informado e se divertir (preciso comentar sobre a "DeeArista", rende muitos risos!).
PBF (Portal do Basquete Feminino) - A melhor cobertura do basquete feminino no Brasil. O Bert, seu criador, já pendurou o teclado, mas seus cooperadores continuam atualizando o blog com notícias quase diariamente.
Claro, eu também estou à disposição para acompanhar mais um ano da WNBA com vocês! Seja aqui no blog, no Facebook, no Twitter, ou via e-mail (rf_rodrigues@yahoo.com.br), vamos conversar bastante sobre o que rola na melhor liga de basquete feminino do mundo.
#FicaDica:
Normalmente, a ESPN transmite os jogos da WNBA às terças-feiras. Então, fique atento!
Contagem regressiva: 1 dia para o início da temporada 2012 da WNBA!
O Live Access, todavia, deixou de ser TOP para ser apenas top. Até o ano passado ele era um serviço gratuito. Ou seja, tínhamos o direito de assistir a todas as partidas (menos as transmitidas pela ESPN) sem pagar um tostão sequer. A partir de 2012, é necessário desembolsar US$ 4,99 para ter esse privilégio. Cá entre nós, não é caro, e vale a pena (mais uma vez: TODAS as partidas podem ser assistidas, sendo que, pelo computador, é possível acompanhar até quatro jogos em uma única tela). Outro serviço que permite o acompanhamento ao vivo dos jogos é um aplicativo para smartphones e tablets, o WNBA Center Court. Ele funciona da mesma maneira que o Live Access, e ainda te dá notícias e fotos. Até o momento, não recebi nenhuma notificação para alterar meus dados do app, mesmo tendo que pagar para ver do provedor direto. No ano passado, assisti a MUITOS jogos, inclusive - e aí é que está a melhor parte - aqueles que o site oficial da WNBA não libera, os da ESPN (ótimo para quem tem TV à cabo, mas trabalha à noite).
Como mencionei os fóruns, não dá para não comentar sobre o WNBA Brasil, que começou com o Fórum WNBA Brasil, o primeiro do país a se dedicar completamente ao campeonato. Para mim, ele é muito especial, já que eu fiz parte de sua criação. Hoje, a galera de lá se reúne em uma página do Facebook com o mesmo título. As meninas também atualizam o blog WNBA Brasil, do qual fiz parte durante um bom tempo. Algumas dicas de fóruns (norte-americanos):
Rebkell - Sobre a WNBA no geral
Silver Stars Nation - Fórum criado por fãs do San Antonio Silver Stars, principalmente da Becky Hammon, mas com muita informação sobre a liga
Stormfans - Fórum criado por fãs do Seattle Storm, mas também com muitas informações sobre a WNBA
Atlanta Dream - Fórum criado por fãs do Atlanta Dream. Meio parado, mas algumas coisas aparecem de vez em quando
Se souberem de outros, me avisem!
Indico, também, blogs. Claro que vou puxar sardinha para este que você está lendo, o Dentro da WNBA! Coloco outros na lista:
Bala na Cesta - Blog do jornalista Fabio Balassiano. É sobre o basquete no geral, com excelentes posts sobre o basquete feminino e a WNBA.
WNBA Brasil - Bem diferente desse aqui (Dentro da WNBA), o WNBA Brasil transmite notícias da temporada, mas com caráter de entretenimento. Eu já fui companheira de redação das meninas, muito empolgadas com a liga! Vale a pena ler, ficar informado e se divertir (preciso comentar sobre a "DeeArista", rende muitos risos!).
PBF (Portal do Basquete Feminino) - A melhor cobertura do basquete feminino no Brasil. O Bert, seu criador, já pendurou o teclado, mas seus cooperadores continuam atualizando o blog com notícias quase diariamente.
Claro, eu também estou à disposição para acompanhar mais um ano da WNBA com vocês! Seja aqui no blog, no Facebook, no Twitter, ou via e-mail (rf_rodrigues@yahoo.com.br), vamos conversar bastante sobre o que rola na melhor liga de basquete feminino do mundo.
#FicaDica:
Normalmente, a ESPN transmite os jogos da WNBA às terças-feiras. Então, fique atento!
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